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Quinta-feira, 05 de Novembro 2026
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Sul de Minas

Criança de 3 anos espancada foi deixada pela mãe com o padrasto para ir à igreja.

Davi Miranda Totti, de 3 anos, segue internado em estado grave na UTI do Hospital Regional de Varginha. Na tarde de terça-feira, a Secretaria de Saúde de Varginha chegou a afirmar que a criança teve a morte encefálica, mas segundo a assessoria do hospital, o processo para se constatar a morte cerebral não chegou a ser iniciado.

Criança de 3 anos espancada foi deixada pela mãe com o padrasto para ir à igreja.

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A criança de 3 anos que foi espancada na madrugada de terça-feira (25), em Varginha, no Sul de Minas, havia sido deixada com o padrasto pela mãe, que foi a um culto em uma igreja. Quando ela retornou, o menino apresentava ferimentos e estava desacordado.


Davi Miranda Totti, de 3 anos, segue internado em estado grave na UTI do Hospital Regional de Varginha. Na tarde de terça-feira, a Secretaria de Saúde de Varginha chegou a afirmar que a criança teve a morte encefálica, mas segundo a assessoria do hospital, o processo para se constatar a morte cerebral não chegou a ser iniciado.


A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública confirmou que o padrasto da criança, o auxiliar administrativo Leonardo José Cardoso Azevedo Capitaneo, está no Presídio de Varginha. Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.

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A Polícia Civil informou que o homem de 23 anos foi conduzido, ouvido e autuado em flagrante, a princípio por tentativa de homicídio qualificado. A suspeita é que a criança tenha sido agredida. A mãe da criança, uma mulher de 26 anos, foi conduzida, ouvida e liberada.


Segundo o boletim da Polícia Militar, quem acionou os militares foi a médica plantonista da UPA, onde a criança deu entrada com crise convulsiva. A médica informou que a criança apresentava ferimentos e hematomas pelo corpo, como mordidas no ombro, vários hematomas e lesões no couro cabeludo, sangramento no globo ocular e na boca.


A criança apresentava ainda sinais de possível traumatismo craniano. Alguns dos hematomas apresentavam ainda sinais de datas passadas.


O menino foi levado ao hospital pela mãe, de 26 anos e pelo padrasto, de 23. A mãe alegou que estava na igreja e deixou a criança com o padrasto e ao retornar para casa, no bairro Parque Nossa Senhora das Graças, por volta de 22h30, ela já estava dormindo. Ao tentar acordá-la, notou que a criança já estava desacordada.


O padrasto alegou que nada aconteceu com a criança e que a colocou para dormir e posteriormente a mãe chegou. Também alegou desconhecer os hematomas na criança.

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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