A cantora Preta Gil, que faleceu neste domingo (20) aos 50 anos, nos Estados Unidos, havia solicitado retornar ao Brasil no mesmo dia em que morreu. Segundo pessoas próximas à artista, ela desejava passar seus últimos momentos ao lado da família e, mesmo debilitada, pediu que uma UTI aérea fosse providenciada para trazê-la de volta.
O pedido foi feito após uma piora significativa em seu estado de saúde. Durante uma sessão de quimioterapia na última quarta-feira (16), Preta passou mal e exames revelaram que o câncer havia se espalhado para outros órgãos. A informação foi confirmada pela assessoria da artista.
Apesar dos esforços para organizar o traslado, Preta acabou falecendo em casa, nos Estados Unidos, antes do embarque. Ela havia expressado com clareza dois últimos desejos: ser velada no Rio de Janeiro, onde viveu grande parte de sua vida artística e pessoal, e enterrada na Bahia, seu estado natal.
O filho da cantora, Francisco Gil, e outros familiares estavam com ela no exterior. A atriz Carolina Dieckmann, uma de suas melhores amigas, também viajou às pressas para os EUA, mas, segundo relatos, não sabia da gravidade do quadro clínico.
A família ainda não divulgou oficialmente os detalhes sobre o traslado, o velório e o sepultamento, mas deve se pronunciar nas próximas horas.
Preta Gil deixa um legado importante na música, na televisão e na luta por representatividade e liberdade. Sua partida comoveu fãs, amigos e personalidades de todo o país.
